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10 mandamentos - do país que somos para o Brasil que queremos

Luiz Felipe d'Ávila

— Este livro pertence a uma linha de especulação intelectual infelizmente pouco explorada no país, a chamada “Teoria das Elites”. Na primeira parte, intitulada “O atoleiro do presente”, o autor diagnostica em seis ensaios a melancolia do brasileiro; na segunda, “As narrativas do passado”, põe em diálogo visões contrastantes do Brasil, como, por exemplo, Sergio Buarque de Holanda e Gilberto Freyre, Oliveira Vianna e Caio Prado Jr; e na terceira e última, “10 mandamentos para construir o Brasil do futuro”, ele explica o seu decálogo, “que merece ser gravado na pedra”, segundo o jornalista Reinaldo Azevedo, autor do texto de apresentação. Com vários livros publicados, Luiz Felipe é formado em ciências políticas pela Universidade Americana em Paris e mestre em administração pública pela Harvard Kennedy School. Preside o Centro de Liderança Pública, ONG dedicada ao desenvolvimento e à formação de líderes empenhados em melhorar a qualidade e a eficácia da gestão pública.

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A alma do tempo

Afonso Arinos de Melo Franco

— Este volume reúne cinco livros de memórias: A alma do tempo – Formação e mocidade (1961), A escalada (1965), Planalto (1968), Alto-mar Maralto (1976) e Diário de bolso (1979). Aqui encontramos, além de passagens admiráveis sobre a história de Minas Gerais, as impressões do autor de suas temporadas em Paris, Roma e Suíça; o desempenho de seu pai como chanceler; perfis de escritores nacionais e estrangeiros com quem conviveu (Stefan Zweig e Bernanos, por exemplo); reflexões sobre a política externa independente que pôs em marcha à frente do Ministério das Relações Exteriores; relatos de seus diálogos com presidentes e diplomatas de relevância internacional, entre outras histórias curiosas. Deixou livros importantes, três publicados pela TopbooksO índio brasileiro e a Revolução Francesa (2000), Evolução da crise brasileira (2005) e Desenvolvimento da civilização material no Brasil (2005). Esta edição das memórias traz, em quatro cadernos, 85 fotos do acervo pessoal que mostram o autor em família, no Senado Federal, chefiando a delegação brasileira na ONU, como ministro das Relações Exteriores, tomando posse na ABL etc. Além do registro de sua convivência com políticos de vulto – Getúlio Vargas, Santiago Dantas, Tancredo Neves, Ulisses Guimarães – as fotos mostram o autor com amigos como Prudente de Morais Neto, Gilberto Freyre, José Lins do Rego, Sérgio Buarque, Bandeira, Drumond, Schmidt, Portinari e muitos outros.

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A América Latina - Males de origem

Manoel Bomfim

— Trata-se de uma das principais obras do historiador sergipano que, por tanto incomodar os conservadores, passou muitas décadas esquecido. Abrindo esta edição, Darcy Ribeiro analisa em seu ensaio o pioneirismo do autor na interpretação crítica da América Latina, e o prefácio de Franklin de Oliveira examina as razões do silêncio que o envolveu durante anos. Como destaca o crítico Antonio Candido, Manoel Bomfim prova que, na América Latina, o conservantismo, fruto do parasitismo, é o grande "mal de origem". Livro hoje reconhecido como clássico em nossa bibliografia sobre América Latina e Brasil, ganhou edição revista, com capa e diagramação novas, em comemoração ao Centenário de seu lançamento (1905).

 

 

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A força da vocação

Joaci Góes

— Advogado, empresário, articulista e conferencista, ex-Deputado Federal Constituinte e relator do Código de Defesa do Consumidor, Joaci Góes – de quem a Topbooks já editou Anatomia do ódio e A inveja nossa de cada dia – agora enfrenta e supera dois desafios: o do inventário rigoroso dos principais temas ligados à educação e às práticas pedagógicas e o da reflexão original sobre a missão do educador, dos pais, da escola e do poder público. Numa abordagem multidisciplinar, o autor analisa também casos concretos, como o modelo finlandês e a revolução educacional da Coreia do Sul, país que reconheceu a importância do ensino como agente promotor do desenvolvimento – exemplo estratégico a ser seguido se quisermos enfrentar os desafios impostos pela globalização e ingressar, definitivamente, na chamada Era da Informação. Este livro nos convence de que a educação é mesmo “o caminho mais curto entre a pobreza e a prosperidade, entre o atraso e o desenvolvimento”.

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A viagem de Bediai, o selvagem – E o vôo das borboletas negras

Edilson Rodrigues Martins

— Como explica o autor na introdução, neste livro ele faz uma espécie de prestação de contas a seus amigos sertanistas: os irmãos Álvaro, Cláudio e Orlando Villas-Bôas, Possidônio Bastos, Zé Bel, Acrísio Lima, Aymoré, Gilberto Pinto e Apoena Meireles. É também uma homenagem a outros brasileiros que lutaram em defesa dos povos indígenas e da Amazônia, como Darcy Ribeiro e Chico Mendes, além do etnógrafo Sidney Possuelo e do bispo emérito de São Félix do Araguaia (MT), Dom Pedro Casaldáliga, ambos vivos. Edilson Martins se envolveu com eles quando começou a acompanhar como repórter, no final da década de 1960, a saga dos povos amazônicos mais primitivos ainda existentes. Este diário, alinhavado entre 1973 e 1975, é “a narrativa desses contatos, alguns inaugurais no choque entre civilização e barbárie”. Admirador da obra do autor, que tem outros sete livros publicados, Orlando Villas-Bôas afirmou que “Edilson Martins (...) tem tudo para produzir a mais desconcertante (...) reflexão sobre as violências contra a Amazônia e o genocídio contemporâneo de nossos índios. Essa dívida terá que ser paga, um dia, por todos nós”.

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Anatomia do Ódio — na família, no trabalho, na sociedade

Joaci Góes

— Este livro é dedicado ao estudo do ódio e secundariamente da agressão, e de sua presença nos diferentes cenários da vida. Autor de A inveja nossa de cada dia (Topbooks, 2001), bacharel em Direito, ex-Deputado Federal Constituinte, relator do Código de Defesa do Consumidor, empresário, articulista e conferencista, Joaci Góes constrói aqui o mais completo ensaio publicado no Brasil sobre este sentimento que já no século XV era apontado como "arma do diabo", e hoje, mais do que nunca, vem afetando as relações humanas. Como diz Alexei Bueno na apresentação, "do ódio mais explícito ao mais silencioso, da violência íntima à francamente coletiva, este estudo oferece um panorama fascinante de um dos componentes mais sombrios e lamentavelmente esquecidos da consciência de todos nós".

 

 

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As 7 pragas do Brasil moderno

Joaci Góes

— Advogado, jornalista, empresário, articulista e conferencista, ex-deputado federal constituinte (1987-1989), relator do Código de Defesa do Consumidor e membro da Academia de Letras da Bahia, o autor de Anatomia do ódio, A inveja nossa de cada dia e A força da vocação no desenvolvimento das pessoas e dos povos, entre outros títulos, dedica-se agora a analisar em profundidade os mais graves problemas brasileiros, todos, segundo ele, derivados “de nosso deficiente e desigual sistema educacional”. Além da educação, neste ensaio brilhante Joaci Góes fala sobre saúde, segurança pública, corrupção, impunidade, infraestrutura e pluripartidarismo. Com prefácio do ministro aposentado do STF Carlos Ayres Britto e apresentação do jornalista, poeta e escritor José Nêumanne Pinto.

 

 

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Como nascem os monstros / A história de um ex-soldado da PM-RJ

Rodrigo Nogueira

— Carioca, casado, 31 anos, um filho de 3 (à época do lançamento, em 2013), o autor deste romance não ficcional é um ex-soldado da PM que está preso desde 2009. Misturando sua vivência pessoal à de outros colegas de farda – com alguns toques de ficção para preservar a identidade dos verdadeiros atores – ele conta aqui a dramática trajetória do soldado Rafael. O jovem entra para a carreira na PM acreditando em sua missão de defender os bons e prender os maus. Dia a dia, porém, vai sendo corrompido pela convivência com policiais mais antigos e graduados, que lhe ensinam a cartilha da degradação: como mentir, achacar, furtar, roubar, torturar, destruir e esconder os rastros de todos esses crimes. Numa narrativa forte, visceral, em que às vezes chegamos a sentir o cheiro da pólvora, Rodrigo Nogueira conseguiu criar, em sua estreia como romancista, um livro impactante, que faz despertar corações e mentes. Depois de lê-lo, com certeza você vai achar A elite da tropa (e o filme nele inspirado) um conto de fadas.

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Correspondência

Arthur Rimbaud

— Rimbaud reuniu todos os ingredientes capazes de despertar a admiração e a perplexidade de seus contemporâneos, particularmente daqueles que com ele conviveram nos primeiros três anos de sua intermitente estadia em Paris. Um garoto de dezesseis anos, chegado da provinciana Charleville, trazendo nos bolsos alguns poemas de surpreendente beleza e originalidade, que violavam os conceitos estéticos, religiosos e morais da época, só podia ser visto como um gênio. Aqui estão as cartas de Rimbaud, traduzidas, comentadas e anotadas por Ivo Barroso, publicadas pela primeira vez no Brasil numa edição integral. Lê-las é como acompanhar a trajetória do poeta, de sua infância à agonia.

 

 

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Dicas de Roma

Elza Maria da Costa e Silva Lima

— Enriquecido por um caderno de fotos coloridas de 16 páginas, este é um guia de viagem diferente, focado no que a autora curiosa – que viveu em Roma por quase seis anos, em dois períodos diferentes – descobriu em suas caminhadas diárias, e aponta como o melhor da Cidade Eterna. Cada passeio sugerido traz indicações de visitas que podem ser feitas ao longo do caminho, algumas mais obrigatórias do que outras, além de muitas dicas de bares, sorveterias e restaurantes. “Convencida de que ela é uma grande viajante, e sabe compartilhar esse dom”, como conta na apresentação do livro, a escritora Ana Maria Machado incentivou Elza Maria a publicar esse guia, produzido, em princípio, apenas para os hóspedes da embaixada do Brasil em Roma, onde a autora morou com o marido diplomata e os filhos. Nessa empreitada, Ana Maria teve a ajuda de seu colega da ABL, o historiador Alberto da Costa e Silva, que se surpreendeu ao caminhar com a filha pela capital italiana: “Em cada passeio ela me fazia ver o que dantes não vira, ou vira imperfeitamente. (...) Como se ela se sentisse no centro de uma grande festa, na qual compartilhava conosco as revelações da beleza”, contou ele. Diz Ana Maria Machado no texto de apresentação: “(...) agora, temos a Roma de Elza Maria ao alcance de muita gente. Ir a Roma é sempre um prazer. Ir com ela será uma alegria redobrada”.

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Imaculada

Denise Assis

— Num romance inspirado em fatos reais, a jornalista Denise Assis desvenda a misteriosa história de uma freira do interior paulista que em 1969 foi presa, torturada, estuprada, e depois banida do país, só retornando dez anos depois, com a anistia. Para o prefaciador do livro, o historiador Carlos Fico, “as passagens em que Denise relata a tortura são pungentes. Os ambientes, as práticas, o perfil dos agentes da repressão, sua linguagem, seus hábitos, tudo está ali, com muita fidedignidade”. Ele cita o romancista italiano Alessandro Manzoni (1785-1873), segundo o qual “os romances históricos são verossímeis independentemente de qualquer garantia explícita do autor”. Na apresentação desta obra, a cientista política Maria Celina d’Araújo ressalta que “a vantagem de ser ficção permite explorar espaços que fazem refletir, de maneira mais livre, sobre as escolhas que fazemos e sobre a força do acaso”.

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Joaquim Nabuco e os Abolicionistas Britânicos: Correspondência 1880-1905

José Murilo de Carvalho e Leslie Bethell

— Como anuncia o título, esta edição bilíngüe, em convênio com a Academia Brasileira de Letras, reúne 110 cartas trocadas entre Nabuco e os dirigentes da British and Foreign Anti-Slavery Society e outros militantes britânicos da causa abolicionista ao longo de 25 anos. Os organizadores, que também assinam a bem cuidada introdução, destacam que “a parceria com os antiescravistas da Grã-Bretanha, embora conseguisse criar pressão internacional em favor da abolição no Brasil, oferecia graves riscos à carreira política de Nabuco, expondo-o à acusação de antipatriotismo que então se fez ouvir contra ele, da mesma maneira que, cerca de 90 anos depois, o regime militar acusaria de antipatriótico quem denunciasse lá fora os seus abusos e as desigualdades sociais imperantes no Brasil”, como assinala o historiador Evaldo Cabral de Mello no texto de apresentação do livro. José Murilo de Carvalho é professor titular de História do Brasil da UFRJ, membro da Academia Brasileira de Letras e da Academia Brasileira de Ciências; Leslie Bethell é professor emérito de História da América Latina da Universidade de Londres e pesquisador associado do CPDoc/Fundação Getulio Vargas.

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Joaquina, filha do Tiradentes

Maria José de Queiroz

Romance histórico comovente, eis aqui um retrato poderoso do século XVIII brasileiro, que inspirou a novela “Liberdade, liberdade” – exibida com sucesso de público e de crítica pela TV Globo em 2016. Lançado em 1987, só dez anos depois ganhou, na Topbooks, esta edição integral, enriquecida por revelador ensaio da autora sobre a construção do texto. O livro resgata uma figura pouco conhecida: a filha natural do mártir da Inconfidência Mineira, que após a prisão do pai foge de Minas Gerais, junto com a mãe, e tem sua vida marcada pela infâmia que paira sobre ela. Escritora premiada e com várias obras publicadas, a mineira Maria José de Queiroz fez vasta pesquisa, inclusive na Torre do Tombo, em Portugal, para forjar este romance com todos os elementos históricos indispensáveis; e o resultado é uma leitura saborosa, que não se consegue abandonar depois de iniciada.

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Marcas, memória e representação / Ensaios sobre economia criativa

Vários autores / Org.: Isabella Perrotta e Lucia Santa Cruz

– Produção do Laboratório de Estudos de Memória Brasileira e Representação (Lembrar), vinculado ao Mestrado Profissional em Gestão da Economia Criativa (MPGEC), da ESPM, este livro reúne dez artigos de autores que, por diferentes óticas e partindo de pesquisas de vários campos do conhecimento, refletem sobre a presença e a importância da marca na contemporaneidade. Para o senso comum, marca é aquilo que deixa um registro, identifica e diferencia. No mercado, virou brand e passou a ser muita coisa além de representação visual: envolveu também a comunicação corporativa e englobou conceitos como identidade e imagem de marca. Aqui o leitor encontrará dez abordagens que compõem uma visão multifacetada do que representa a marca em termos simbólicos, afetivos, mercadológicos, memorialísticos, multissensoriais – uma riqueza de percepções e usos que comprovam que marca é muito mais que um nome. Editado em parceria com a Escola Superior de Propaganda e Marketing.

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Minhas recordações

Francisco de Paula Ferreira de Rezende

— Escrito em 1887 e lançado em 1944, este foi apontado como “o melhor livro brasileiro de memórias do século XIX” pelo crítico Antonio Candido, que acrescentou: “Ferreira de Rezende é um escritor direto e aparentemen­te tosco; mas o seu estilo, peculiar e original, é uma espécie de revelação constante da realidade (...). Minhas recordações [são um] exemplo da capacidade demonstrada por tantos mineiros de, inserindo o eu no mundo, mostrar os aspectos mais universais nas ma­nifestações mais particulares”. Com prefácio de Octavio Tarquínio de Souza e introdução de Cássio Barbosa de Rezende, esta segun­da edição, mais de seis décadas depois da primeira, ga­nha prefácio da historiadora Mary del Priore.

 

 

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Nervos de aço / Um retrato da política e dos políticos no Brasil

Roberto Jefferson

— Em depoimento ao jornalista Luciano Trigo, o ex-presidente do PTB revela os meandros da crise iniciada em maio de 2005, quando corajosamente denunciou a prática do PT de pagar a parlamentares de outros partidos em troca de apoio político – o chamado Mensalão. Mas não só isso: sem poupar ninguém, Roberto Jefferson faz um balanço dos últimos 15 anos de história política no Brasil, radiografando as práticas irregulares que atravessaram vários governos e desembocaram na maior crise política e ética do país. Detalhes inéditos e diálogos ignorados pela imprensa fazem de Nervos de aço um livro de grande importância histórica, capaz de sobreviver a seu tempo, tornando-se fonte de consulta indispensável para quem no futuro quiser entender este escândalo que abalou o governo e as instituições brasileiras.

 

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O Estado fraturado: Reflexões sobre a autoridade, a democracia e a violência

Denis Rosenfield

— O gaúcho Denis Rosenfield é graduado em Filosofia pela Universidade Nacional Autônoma do México, “Doutor de Estado” pela Universidade de Paris I (Panthéon Sorbonne) e pós-doutor pela École Normale Supérieure de Fontenay-St.Cloud. Consultor de análise política e articulista do jornal O Estado de S. Paulo, publicou vários livros em português, francês e espanhol, entre eles Descartes e as peripécias da razão (Iluminuras, 1996), Hegel, a moralidade e a religião(Zahar, 2002), A democracia ameaçada (Topbooks, 2006) e Justiça, democracia e capitalismo (Campus jurídico, 2010). Neste ensaio – fundamental num ano de eleições majoritárias no Brasil – o autor adverte que, sem Estado bem constituído, não há democracia que possa afirmar-se: o desfecho possível é a violência, a anomia e a desordem política.

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O mal sobre a terra

Mary del Priore

— Sucesso de público e crítica quando de seu lançamento, em 2003, ganha agora segunda edição revista este que é a primeira leitura brasileira sobre o terremoto que destruiu Lisboa em 1755. Num texto que se aproxima do romance policial, a autora, doutora em História, analisa os múltiplos significados da catástrofe a partir dos depoimentos dos sobreviventes, e tenta colher o que Foucault chamou de "o grão dos dias", aquele que se espalha pelos documentos como farinha opaca. No texto que preparou para a primeira edição do livro, a também historiadora Maria Yedda Linhares (1921-2011) destacou em Mary del Priore a "sensibilidade, estilo, bom gosto e domínio seguro da historiografia pertinente, bem como da documentação arquivística arrolada na Europa", ressaltando que ela "tem o dom da narrativa histórica, o domínio das fontes e da erudição do tema ao qual se dedica". Com caderno de ilustrações de época (16 páginas).

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O que sei de Lula

José Nêumanne Pinto

— Jornalista, escritor e poeta, o autor conheceu Luiz Inácio Lula da Silva em maio de 1975, pouco depois de este haver assumido a presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo. Essa biografia não autorizada relata episódios inéditos e acompanha a trajetória do menino retirante do sertão de Pernambuco à Praça dos Três Poderes à luz de fatos reais, e não da poeira mitológica com que se tentou cobrir, ao longo dos últimos anos, a verdade histórica, posta a serviço da doutrinação ideológica. Como diz Flávio Tavares no texto de apresentação, “neste livro de retratos sucessivos, Nêumanne é antes de tudo um retratista: como um telescópio, a lente grande-angular abarca a totalidade, para descer às minúcias que só o microscópio capta”. Para Alexandre Garcia, o livro “é nitroglicerina pura. E com o tempero de um gourmet da palavra”. Nêumanne tem dez livros publicados, é editorialista do jornal O Estado de S. Paulo e comentarista na Rádio Estadão e na TV Gazeta (“Direto ao assunto”). Em 2005 ganhou o Prêmio Senador José Ermírio de Moraes, da ABL, pelo romance O silêncio do delator.

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O reconhecimento do Império – História da diplomacia brasileira

Oliveira Lima

— Consumada a Independência em 1822, o brado de Dom Pedro demorou a ser ouvido no exterior: o reconhecimento do Império do Brasil pelo Reino de Portugal só se deu em 1825. Nas palavras do próprio autor, “de 1823 a 1827 coube à jovem diplomacia brasileira pugnar na Europa pela admissão da nova nação americana no areópago político do mundo civilizado”. Obra lançada em 1901, só agora ganha segunda edição, enriquecida por prefácio de Leslie Bethell e apresentação de Mary del Priore, que reconhece aqui “uma história revigorada, (...) fortalecida pelo estudo das contingências, da crise, das relações de poder e conflitos delas decorrentes. Oliveira Lima? Hoje, um renovador”.

 

 

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Ok, Roberto. Você venceu!

Ernesto Lozardo

— Mestre em Economia pela Universidade de Columbia (EUA), ex-presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e professor da FGV há mais de 40 anos, o autor faz aqui um estudo minucioso da trajetória de Roberto Campos como figura pública e pensador liberal, ressaltando a originalidade de seu pensamento, o acerto de suas ações à frente do Ministério do Planejamento e sua obsessão em ver o Brasil alcançar metas de desenvolvimento econômico e social compatíveis com as das grandes nações industrializadas. Em linguagem clara, alheia ao economês, este ensaio é também um tributo de gratidão a RC, que durante o regime militar cuidou de tirar Ernesto Lozardo do país ao saber que seu nome constava de uma lista de estudantes que deveriam ser presos. Completa o volume uma série de entrevistas com Fernando Henrique Cardoso, Henry Kissinger, Delfim Netto, João Carlos Martins e Ernane Galvêas, que rememoram seu convívio com o biografado.

 

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Vá a Lisboa e me leve com você!

Elza Maria da Costa e Silva Lima

— Filha e mulher de diplomata, com passagem por vários países, Elza Maria é uma retratista de cidades. Seu livro Dicas de Roma – Trajetos e paradas imperdíveis, lançado pela Topbooks em 2014, entregou aos leitores minúcias e detalhes que podem passar despercebidos até para quem acredita conhecer bem a “Cidade Eterna”. Enquanto se organiza para nos revelar, em breve, os melhores ângulos de Chicago, onde também viveu, ela mostra aqui a sua Lisboa – e não só para os visitantes apressados, que precisam acessar em poucos dias o melhor da capital portuguesa, mas também para aqueles que podem se estender por mais tempo e explorar a vizinhança. Além de destacar para o turista o que é fundamental em cada lugar por onde passa, a autora tem o dom de sempre perceber o pitoresco capaz de fazer a diferença. Tudo fica muito mais bonito e interessante ao se viajar com Elza Maria, sobretudo quando se junta ao seu texto saboroso um caderno de 16 páginas em papel couché, com belas fotos coloridas, assinadas pela própria Elza e por Alice Machado, Ana da Costa e Silva, Dora Lopes e Luisa Machado. A capa é de Miriam Lerner / Equatorium Design, com fotos de Patrícia Nogueira e Eloisa Mendes.

 

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