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CATÁLOGO HOMENAGENS

FERREIRA GULLAR, UM INTELECTUAL LÚCIDO, COMBATIVO E MULTIMÍDIA

O maranhense Ferreira Gullar, pseudônimo de José Ribamar Ferreira (São Luís, 1930 – Rio de Janeiro, 2016), foi um de nossos maiores poetas, além de ensaísta, artista plástico, crítico de artes, memorialista, autor de teatro, roteirista de telenovelas, colunista de jornal, teórico de vanguarda e polemista. Um dos fundadores do movimento neoconcretista, ocupava desde dezembro de 2014 a cadeira 37 da ABL, e podemos dizer que deixou sua marca em todas as áreas de nossa cultura.

Em 2015, comemorando os 25 anos de fundação da TOPBOOKS, a editora produziu um livro de arte para expor outra faceta desse multitalentoso intelectual que nos deixou no dia 4 de dezembro de 2016. Com edição limitada de apenas 300 exemplares numerados, CANCIONEIRO traz 13 letras de música escritas por Gullar e ilustradas por xilogravuras do artista plástico Ciro Fernandes, reunidos pelo poeta Antonio Carlos Secchin com ajuda do gullariano Augusto Sérgio Bastos. Saiba mais.


EVARISTO DE MORAES FILHO - UM INTELECTUAL HUMANISTA

Membro da Academia Brasileira de Letras, onde sucedeu a Alceu Amoroso Lima, Evaristo de Moraes Filho (1914-2016) escreveu sobre Sílvio Romero, Tavares Bastos, Ruy Barbosa, Tobias Barreto, Marcel Proust, Augusto Comte, Georg Simmel e diversos outros autores nacionais e estrangeiros, sempre com elegância estilística e erudição. Homem generoso, bem-humorado, alheio a patotas, honrado e destemido, ele merece o nosso aplauso e admiração.

A TOPBOOKS, que editou seu clássico estudo sobre Tavares Bastos (clique aqui para saber mais), também teve a alegria de lançar um livro em sua homenagem – “Evaristo de Moraes Filho, um intelectual humanista”, organizado por Elina Pessanha, Glaucia Villas Bôas e Regina Lúcia Morel – que desde então vem sendo fonte de referência obrigatória sobre a vida e a obra do grande espírito que acaba de nos deixar.  Leia mais sobre este livro. Outras informações no site da Academia Brasileira de Letras e no texto do acadêmico Marco Lucchesi.


LUIZ PAULO HORTA - UM CRONISTA PERSUASIVO E CORDIAL

Ele era jornalista, escritor, pianista e acadêmico. Carioca de 14 de agosto de 1943, chegou a estudar Direito na PUC/RJ mas abandonou o curso para e dedicar ao jornalismo, iniciado nas páginas do Correio da Manhã. Após longa passagem pelo Jornal do Brasil, mudou-se para O Globo, onde mantinha uma respeitada coluna de crítica musical. Católico fervoroso, escrevia e falava sobre religião — seu último trabalho nessa área foi a análise da Jornada Mundial da Juventude, que acompanhou diariamente; no entanto, como disse Carlos Heitor Cony, “nunca resvalou para o proselitismo”. Ocupante da cadeira 23 da Academia Brasileira de Letras, Luiz Paulo Horta, que também fundou e dirigiu a seção de música do Museu de Arte Moderna do Rio e um grupo de estudos bíblicos no Centro Loyola da PUC/RJ, morreu vitimado por um infarto no dia 3 de agosto de 2013, em meio aos preparativos para a festa de seus 70 anos. Em seu livro de crônicas À procura de um cânone, que a TOPBOOKS editou em 2009, ele escreveu sobre éticas, políticas, religião, música e pessoas. No prefácio, o jornalista Ivan Junqueira, seu colega na ABL, destacou que Luiz Paulo “jamais agride o leitor ou dele desdenha: antes o convida para uma conversa cordial e bem-humorada, para uma hábil (e, não raro, persuasiva) exposição de motivos, para um convívio (...) com as ideias e os sentimentos de que se nutre o homem do nosso e de todos os tempos”. Leia o texto de Cony na Folha de S. Paulo.


LÊDO IVO - UM DOS EXPOENTES DA GERAÇÃO DE 45

O Brasil perdeu, em dezembro de 2012, um de seus maiores poetas. A editora TOPBOOKS perdeu um dos mais importantes autores de seu catálogo e – pior de tudo – um grande amigo. Hiperativo, espirituoso, de incrível agilidade física e mental, Lêdo Ivo tinha total domínio da língua portuguesa e, além de dotado de uma veia poética especialíssima, também deixou obras de alta qualidade nas áreas de ensaio, memória e romance. Veja aqui o texto emocionado que o poeta e crítico literário Antonio Carlos Secchin leu na Academia Brasileira de Letras, dia 10 de janeiro de 2013, na Sessão da Saudade em que os acadêmicos homenagearam o confrade morto. Dele a TOPBOOKS editou três livros de poemas: Curral de Peixe, Plenilúnio e, nas comemorações dos 80 anos, sua Poesia Completa, com mais de mil páginas; publicou ainda um romance (Ninho de cobras), uma coletânea de ensaios (A república da desilusão) e um livro de memórias com caderno de fotos de 16 páginas (Confissões de um poeta). Para completar, foi lançado um importante livro de crítica literária da dramaturga Leila Míccolis, que escolheu como tema de sua pesquisa de doutorado o poema “Passagem de Calabar”, de Lêdo Ivo.

Leia o Obituário de Lêdo Ivo clicando aqui. E veja matéria recente (junho de 2016) sobre o livro Confissões de um poeta no semanário espanhol El Cultural.


WILSON MARTINS

Wilson Martins ignorava as palavras de ordem do momento e se dedicava a uma opinião independente sobre as obras, desmistificando a idéia de que a crítica é uma arte técnica, científica, impessoal. Tratando de um livro de Laís Corrêa de Araújo sobre Murilo Mendes, obra em que ele e outros são negados pela ensaísta, Wilson exercita sua inteligência: "Há uma razão para meus equívocos: é que aquelas mal-afortunadas palavras (um texto seu sobre Murilo Mendes) exprimiam 'nada mais do que uma opinião, realmente', o que me deixa perplexo e satisfeito ao mesmo tempo. De fato, os julgamentos críticos são feitos de opiniões: as minhas, as de Laís Corrêa de Araújo e as dos que vieram cometendo erros e acertos ao longo dos séculos".

Leia o Obituário de Wilson Martins clicando aqui.


EDUCAR NÃO É DOMESTICAR

Falecido em 27 de junho de 2007, o poeta e professor Bruno Tolentino concedeu à revista Educação aquela que, provavelmente, foi sua última entrevista. Com a veia de polemista ainda bem viva, desancou a tradição francófila da USP e criticou a educação que visa a domesticar. Para ler a entrevista completa, clique aqui.

Vencedor de dois Prêmios Jabuti, um dos mais importantes da literatura brasileira, Tolentino está entre os dez finalistas da edição de 2007, na categoria poesia, por A imitação do amanhecer. Ele é autor de outros dois livros vencedores deste prêmio: O mundo como idéia (2003) e As horas de Katharina (1995).

Leia o Obituário de Tolentino clicando aqui.


DEZ ANOS SEM JOSÉ GUILHERME MERQUIOR

Mesa-redonda realizada no dia 4 de outubro de 2001

Participantes: Acadêmicos Eduardo Portella e Sergio Paulo Rouanet, Antonio Gomes Pena, José Mario Pereira e Leandro Konder

Passados 10 anos da morte de José Guilherme Merquior é sintomática a ausência de estudos monográficos, já não digo sobre a totalidade mas sobre aspectos específicos de sua obra. Merquior tem sido objeto - salvo raras exceções - de leituras apressadas, em geral tendenciosas, e que procuram ligá-lo ao que se convencionou chamar a "direita" brasileira. (Lembro, porém, que neste momento pelo menos uma tese está sendo escrita no exterior - a de Milton Tosto, sob a orientação de Quentin Skinner - sobre o liberalismo de Merquior). Leia mais...


ALFONSO REYES

"Lendo algumas páginas num dia, e noutro também, ao cabo de um punhado de anos terminei os 23 tomos das Obras Completas de Alfonso Reyes (1889-1959), publicadas pelo Fundo de Cultura Econômica. Nem na Espanha, nem na América Latina existem mais polígrafos dessa envergadura.

Como Ortega y Gasset, Pedro Henríquez Ureza ou Francisco García Calderón, Alfonso Reyes tentou ler tudo e escrever sobre tudo, possuído, ao longo de uma vida intensa, viajada, diplomática, acadêmica, jornalística e social, por uma paixão pela cultura e um espírito generoso que imprimiram em todos os seus escritos uma fisionomia inconfundível de elegância e sã humanidade".

Assim começa o artigo do escritor peruano Mario Vargas Llosa sobre o grande mexicano Alfonso Reyes, que morou no Rio de Janeiro, como embaixador do México, na década de 30, quando conviveu com políticos, escritores e artistas do porte de Carlos Lacerda, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Portinari, Cícero Dias, Di Cavalcanti, Manuel Bandeira, Ronald de Carvalho e Cecília Meireles.

Sobre ele, a TOPBOOKS editou o livro Alfonso Reyes e o Brasil, de Fred P. Ellison, que você pode conhecer melhor clicando na capa ao lado. Para ler a íntegra do artigo de Vargas Llosa, clique aqui.


UM AMANTE DA ARTE, OBCECADO PELO TRABALHO

Em 1992, o editor José Mario Pereira surpreendeu o jornalista Roberto Marinho – de quem no mesmo ano editou, pela TOPBOOKS, o livro Uma trajetória liberal (já esgotado) – com um presente inusitado.

Depois de vários almoços com o presidente das Organizações Globo e de encontros informais, seja no escritório do jornal ou na Rede Globo, José Mario foi montando uma entrevista, com o objetivo de retratar Roberto Marinho da forma a mais humana possível.

Leia mais, clicando aqui.

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