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A História vivida - Entrevistas
 
   
— Esta é a segunda edição aumentada de um livro fundamental para se entender melhor o Brasil. São 57 entrevistas com 54 personalidades de destaque na história recente do país – políticos, sociólogos, economistas, militares, empresários, sindicalistas, cientistas, escritores, juristas, religiosos – feitas por 25 entrevistadores, e publicadas nas páginas de O Estado de S. Paulo entre 1977 e 1985. Lançada originalmente em três volumes entre 1981 e 1983, em pequena tiragem, a obra ressurge agora com mais seis importantes entrevistas, num total de quase 1.500 páginas. Entre os entrevistados estão: Prudente de Moraes, neto; Afonso Arinos de Melo Franco; Tancredo Neves; Prado Kelly; Miguel Reale; Caio Prado Júnior; Alzira Vargas do Amaral Peixoto; Miguel Arraes; Nelson Rodrigues; José Américo de Almeida; Tristão de Athayde; Gilberto Freyre; Barbosa Lima Sobrinho; Mário Schemberg; Mário Pedrosa; Eleazar de Carvalho; Octávio Gouvêa de Bulhões; Orlando Villas Boas; Vinícius de Moraes; Darcy Ribeiro; Oscar Niemeyer; Antônio Ermírio de Moraes; Cordeiro de Farias; Olavo Setúbal; Pontes de Miranda; Euryclides de Jesus Zerbini; Roberto Campos; Celso Furtado; Ivete Vargas; Idálio Sardenberg; Hélio Jaguaribe; D. Estêvão Bettencourt; Henrique Teixeira Lott; Jorge Amado; José Honório Rodrigues; Pedro Nava; Fernando Henrique Cardoso e Almino Afonso. Além do coordenador, participaram como entrevistadores Villas Bôas Corrêa, Ferreira Gullar, Marçal Versiani, Antônio Carbone, Oliveiros S. Ferreira, Hélio Damante, Brás José de Araújo, Antônio Carlos Pereira, Carlos Estevam Martins, Frederico Branco, Itaboraí Martins, Arcelina Helena, Ethevaldo Siqueira, Carlos Garcia, Raul Martins Bastos, Antônio Barreto Neto, Nilo Scalzo, Robert Appy, Ítalo Ramos, Lúcio Asfora, J. D. Vital, Luiz Fernando Perez, Luiz Carlos Lisboa e Feichas Martins. Clique na capa do livro para saber mais.
   
Vários autores / Coordenação: Lourenço Dantas Mota R$ 153,90
R$ 115,43

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ISBN: 978-85-7475-236-5; 1.458 pgs
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Apresentação Resenha(s)  
   
À procura de um cânone [Crônicas escolhidas]
 
   
— Crítico de música clássica, editorialista do jornal O Globo e membro da Academia Brasileira de Letras, em À procura de um cânone [Crônicas escolhidas] o jornalista Luiz Paulo Horta escreve sobre os mais variados assuntos de forma clara e objetiva. Prefaciado por Ivan Junqueira e dividido em seis partes (Perfis, Éticas, Políticas, Gente da música, O outro lado e Epílogos), esse novo livro de Luiz Paulo, além de se deter sobre questões relativas aos rumos da fé e da Igreja católica no século XXI, fala do choque entre Oriente e Ocidente, de política brasileira, de Alceu Amoroso Lima, Gustavo Corção e Sobral Pinto, de J. R. Tolkien, da cantora lírica russa Anna Netrebko, de músicos como Carlos Gomes, Wagner e Mahler e, na crônica que dá título à obra, de Johann Sebastian Bach, entre outros temas importantes. Para Lélia Coelho Frota, que assina o texto de apresentação, "a linguagem clara do autor, arquidoutor em Comunicação, absorve com naturalidade a sua erudição nos campos da filosofia, da música, da literatura, da política, da história de nosso país".
   
Luiz Paulo Horta R$ 54,90
R$ 41,18

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ISBN: 978-85-7475-161-0; 284 pgs
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Apresentação  
   
A viagem de Bediai, o selvagem – E o vôo das borboletas negras
 
   
— Como explica o autor na introdução, neste livro ele faz uma espécie de prestação de contas a seus amigos sertanistas: os irmãos Álvaro, Cláudio e Orlando Villas-Bôas, Possidônio Bastos, Zé Bel, Acrísio Lima, Aymoré, Gilberto Pinto e Apoena Meireles. É também uma homenagem a outros brasileiros que lutaram em defesa dos povos indígenas e da Amazônia, como Darcy Ribeiro e Chico Mendes, além do etnógrafo Sidney Possuelo e do bispo emérito de São Félix do Araguaia (MT), Dom Pedro Casaldáliga, ambos vivos. Edilson Martins se envolveu com eles quando começou a acompanhar como repórter, no final da década de 1960, a saga dos povos amazônicos mais primitivos ainda existentes. Este diário, alinhavado entre 1973 e 1975, é “a narrativa desses contatos, alguns inaugurais no choque entre civilização e barbárie”. Admirador da obra do autor, que tem outros sete livros publicados, Orlando Villas-Bôas afirmou que “Edilson Martins (...) tem tudo para produzir a mais desconcertante (...) reflexão sobre as violências contra a Amazônia e o genocídio contemporâneo de nossos índios. Essa dívida terá que ser paga, um dia, por todos nós”.
   
Edilson Rodrigues Martins R$ 52,90
R$ 39,68

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ISBN: 978-85-7475-239-6; 258 pgs
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Apresentação O(s) autor(es) Link(s) externo(s)  
   
As guerras da independência do Brasil / O processo de criação de um Estado nacional nos trópicos
 
   
Muita gente critica o famoso quadro de Pedro Américo que mostra D. Pedro no momento do grito de “independência ou morte” à margem do riacho Ipiranga, em São Paulo: o príncipe monta vistoso cavalo em vez de uma mula, e os homens da comitiva, provavelmente trajados com roupas simples, ganharam fardas rebuscadas. Mas os mesmos críticos não se preocuparam em identificar os personagens da pintura, retratados a partir de moldes reais. Eram milicianos. O termo “milícia” varia no tempo, mas a origem dessas figuras que aparecem na cena histórica soa familiar à realidade atual do Brasil. No período colonial, tinham tradição em disputas sangrentas por terra, no interior paulista, compondo uma força paralela. Ainda não formavam a nobreza que pouco depois lucraria com o café e a escravidão no Vale do Paraíba. A terra foi, muitas vezes, o estopim das guerras no processo de autonomia política e econômica que durou pelo menos três décadas no Sudeste, nas margens dos rios Amazonas e Tocantins, nas matas de cocais do Maranhão, no sertão do Piauí, no Cerrado, no Pampa, nos canaviais do Norte, no mar da Bahia. E tais batalhas envolveram indígenas, negros, europeus, ciganos, árabes, judeus e mestiços, como explica este brilhante ensaio. Com vários livros publicados, Leonencio Nossa ganhou os Prêmios Esso de Jornalismo; Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos; Sociedade Interamericana de Imprensa e Latino-Americano de Investigação Jornalística por suas reportagens sobre política e Amazônia.
   
Leonencio Nossa R$ 84,90
R$ 63,68

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978-65-5897-020-0; 445 pgs
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Bernardo Cabral, o cronista
 
   
— Senador da República em dois mandatos, presidente da Comissão de Constituição de Justiça do Senado (1997-98 / 2001-02), relator-geral da Assembleia Nacional Constituinte (1987-88) e ex-ministro da Justiça, o advogado amazonense Bernardo Cabral reuniu em livro seus artigos publicado no jornal A Crítica, de Manaus, entre 2008 e 2012. São cerca de 170 crônicas que abordam desde temas como a soberania da Amazônia, o caso Cesare Battisti, a Ordem do Santo Sepulcro, a imprensa livre e Dom Quixote e a ética até análises apuradas sobre personalidades como Joaquim Nabuco, Euclydes da Cunha, Mário de Andrade, Miguel Torga, Churchill e Padre Cícero, entre muitas outras. O jurista Ives Gandra da Silva Martins afirma, no texto de quarta capa do livro, que Bernardo Cabral “foi o bastonário do Conselho federal da Ordem dos Advogados do Brasil (...). A forma como conduziu a OAB (...) foi apenas a decorrência de extraordinário espírito de liderança persuasiva”. Para o jornalista Murilo Melo Filho, que assina a apresentação dessa coletânea, o autor soube enfrentar a ditadura militar “com altivez e dignidade (...). Quando suas sombras desabaram sobre o Brasil, a postura de Bernardo Cabral deixou para as gerações futuras um exemplo de coragem, de destemor e de bravura”. Prefácio de Arnaldo Niskier.
   
Bernardo Cabral / Organização: Júlio Antonio Lopes R$ 43,90
R$ 32,93

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ISBN: 978-85-7475-218-1; 308 pgs
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Era uma vez... mil vezes – O Brasil de todos os vícios
 
   

— Colaborador de dezenas de periódicos e sites Brasil afora, o professor, jornalista, pesquisador e consultor Gaudêncio Torquato produziu mais de mil ensaios, artigos e papers desde 2002. O objetivo deste livro é propiciar uma leitura mais vertical sobre a cultura política de nossos Trópicos a partir de recortes analíticos extraídos de seus textos publicados nos últimos 10 anos. Sem ordem cronológica, eles foram agrupados em cinco capítulos: “Século XXI: a democracia em crise”; “Brasil: os ‘ismos’ da República”; “O sistema institucional”; “A política como espetáculo” e “Abrindo as portas do amanhã”. Segundo a colunista Dora Kramer, “mestre Torquato faz do cotidiano da política uma ciência, e (...) constrói as narrativas que nos traduzem, com clareza e sagacidade, a sociologia dos políticos”. Para a dramaturga Maria Adelaide Amaral, o autor “é um jornalista que pensa bem, escreve bem e produziu mais um livro imperdível”.

   
Gaudêncio Torquato R$ 60,90
R$ 45,68

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ISBN: 978-85-7475-206-8; 397 pgs
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Hitler e seus comediantes na tragicomédia – O despertar da Alemanha
 
   
Jornalista e diplomata, o autor trabalhou como repórter para vários órgãos de imprensa e entre 1930 e 1936 foi enviado especial de O Jornal à Ásia, África e Europa. Na Alemanha, impressionou-se com a ascensão meteórica de Hitler e fez anotações importantes para uma grande reportagem, que pretendia publicar na imprensa carioca. Mas, ao voltar ao Rio com essa intenção, nenhum jornal quis se ariscar. Então transformou o excelente material num livro, que teve duas edições em 1934, virou raridade e só agora, quase nove décadas depois, retorna às livrarias. Nele, José Jobim fala de tudo que viu, dos discursos inflamados de Hitler e das muitas pessoas que lhe contaram histórias dramáticas. Sua carreira diplomática teve início em 1938, e no Itamaraty, entre outros postos, serviu no Paraguai, durante o início das negociações para a criação da Hidrelétrica de Itaipu, e como embaixador na Argélia, Vaticano e Marrocos, aposentando-se em 1975. Em 22 de março de 1979, aos 69 anos, saiu de casa para visitar um amigo e não mais retornou. Encontrado morto dois dias depois, a polícia tratou o caso como suicídio, mas na verdade ele fora sequestrado e assassinado pela ditadura empresarial-militar por estar escrevendo um livro onde denunciaria um esquema de corrupção no financiamento e construção da Itaipu Binacional. Depois de anos de luta de sua família, em 2018 se deu o reconhecimento de que José Jobim havia sido vítima da violência do Estado brasileiro. Sua certidão de óbito foi corrigida.
   
José Jobim R$ 69,90
R$ 52,43

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978-65-5897-016-3; 158 pgs
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O futuro da internet / O mundo da dúvida
 
   
— Dividido em sete partes, cada uma subdividida em vários capítulos, e com uma introdução sobre a internet e o futuro das mídias, este livro analisa as questões mais relevantes do complexo mundo da comunicação. Valendo-se de sua experiência de profissional da comunicação, de abundante coleta de dados e da leitura de autores contemporâneos, seu autor mostra – em linguagem acessível ao grande público mas sem descuidar da qualidade da informação – como o advento da internet transformou as mídias convencionais. Sabemos que o rádio, a TV e o jornal impresso ainda dominam o mercado publicitário e permanecem no topo do faturamento por contarem com um sistema comercial bem estruturado, porém, segundo Aleluia, em termos econômicos essas mídias sobrevivem graças ao “modelo do negócio”, ou seja: a redução das tiragens, o declínio no número de leitores de jornais e revistas impressos, e a queda de audiência das TVs e rádios. Sobre a briga pela audiência entre a internet e as redes de televisão, as coisas não são diferentes: “O YouTube está aí mesmo para tirar o sono da TV”, afirma o autor.
   
Hildeberto Aleluia R$ 51,90
R$ 38,93

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ISBN: 978-85-7475-240-2; 240 pgs
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O que sei de Lula
 
   

— Jornalista, escritor e poeta, o autor conheceu Luiz Inácio Lula da Silva em maio de 1975, pouco depois de este haver assumido a presidência do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo. Essa biografia não autorizada relata episódios inéditos e acompanha a trajetória do menino retirante do sertão de Pernambuco à Praça dos Três Poderes à luz de fatos reais, e não da poeira mitológica com que se tentou cobrir, ao longo dos últimos anos, a verdade histórica, posta a serviço da doutrinação ideológica. Como diz Flávio Tavares no texto de apresentação, “neste livro de retratos sucessivos, Nêumanne é antes de tudo um retratista: como um telescópio, a lente grande-angular abarca a totalidade, para descer às minúcias que só o microscópio capta”. Para Alexandre Garcia, o livro “é nitroglicerina pura. E com o tempero de um gourmet da palavra”. Nêumanne tem dez livros publicados, é editorialista do jornal O Estado de S. Paulo e comentarista na Rádio Estadão e na TV Gazeta (“Direto ao assunto”). Em 2005 ganhou o Prêmio Senador José Ermírio de Moraes, da ABL, pelo romance O silêncio do delator

   
José Nêumanne Pinto R$ 82,90
R$ 62,18

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ISBN: 978-85-7475-188-7; 522 pgs
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